domingo, 27 de fevereiro de 2011

Terapia do elogio

Belo texto que recebi por e-mail de uma amiga. Achei muito interessante e verdadeiro.
Vale a pena ler. É de autoria de Arthur Nogueira (psicólogo).

"Terapeutas que trabalham com famílias, divulgaram numa recente pesquisa que os membros das famílias estão cada vez mais frios, mais distantes, o carinho é cada vez menos, não se valorizam as qualidades, facilmente se ouvem críticas.
As pessoas estão cada vez mais intolerantes e desgastam-se na valorização dos defeitos dos outros.
Por isso, as relações de hoje não duram.
A ausência de elogio está cada vez mais presente nas famílias.
Não vemos mais os homens a elogiar as suas mulheres ou vice-versa, não vemos os chefes a elogiar o trabalho de seus subordinados, não vemos mais pais e filhos a elogiar-se; etc.
Só vemos futilidades: valorizam-se artistas, cantores, jogadores, pessoas que usam a imagem para ganhar dinheiro e que, por consequência, são pessoas que tem a obrigação de cuidar do corpo, do rosto, das aparências.
A ausência de elogio afeta muito as pessoas e as famílias.
Há falta de diálogo nos lares. O orgulho e a agitação da vida impede que as pessoas digam o que sentem.
Depois despejam-se essas carências nos consultórios.
Acabam-se casamentos, alguns procurando noutra pessoa o que não conseguem dentro de casa.
Vamos começar a valorizar as nossas famílias, os nossos amigos, alunos ou subordinados.
Vamos elogiar o bom profissional, a boa atitude, a ética, a beleza do parceiro ou parceira, o comportamento de nossos filhos.
O bom profissional gosta de ser reconhecido, o bom filho fica feliz por ser louvado, o pai e a boa mãe sentem-se bem ao serem amados e amparados.
O amigo quer sentir-se querido.
Vivemos numa sociedade em que cada um precisa do outro; é impossível uma pessoa viver sozinha e sentir-se feliz. Os elogios são forte motivação na vida de cada um.
Quantas pessoas posso fazer hoje feliz elogiando-as de alguma forma?
Começa agora!"

É por isso que eu elogio quem eu amo, seja um amigo ou o meu amado. Isso é muito bom. Afinal, quem não gosta de um elogio?

Para não sair da rotina, CSA volta a decepcionar

Para não perder o costume e não sair da rotina, o CSA voltou a decepcionar sua torcida, em jogo neste domingo, no Estádio Nelson Feijó, contra o Corinthians Alagoano, quando perdeu por 1x0.
O Azulão até que jogou bem, sobretudo no primeiro tempo. Mas no segundo, o técnico Edson Ferreira fez substituições que ninguém conseguiu entender, principalmente porque ele tirou Neilson, que tinha feito um bom primeiro tempo.
Mas vá lá entender a cabeça desses treinadores, hein?
Com mais esse vexame, o Azulão acumula oito derrotas no Campeonato Alagoano e segue com nove pontos, na oitava colocação.
Se o CRB vencer o CSE amanhã, no Estádio Rei Pelé, fechando a 11ª rodada, o Azulão dança e vai parar na zona... de rebaixamento.
Inconformada com a derrota azulina, a torcida chiou. Na saída do ônibus do CSA do estádio, alguns torcedores xingaram os jogadores, sobretudo o goleiro Anderson Paraíba, que na opinião dos torcedores saiu feio do gol, permitindo ao Corinthians fazer o seu gol, com Afonso.
E o xingamento mais "suave" que os torcedores proferiram para os jogadores foi: "Eiro, eiro eiro, o Paraíba é frangueiro!". Os demais foram todos palavrões, digamos assim, impublicáveis.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Se você apenas soubesse...

"Se você apenas soubesse, eu estou suspensa por um fio. A teia gira por você.
Se você apenas soubesse, eu sacrificaria minhas batidas do coração antes de perder você.
Eu continuo segurando as cartas devolvidas por você.
Juro que vivi e aprendi.
São 4h03 e não consigo dormir sem você perto de mim.
Agitada e revolta como o mar, se eu me afogar essa noite, me traga de volta a vida.
Respire seu ar em mim.
A única coisa que eu ainda acredito é em você, se você apenas soubesse.
Se você apenas soubesse quanto tempo eu contei todas as palavras que foram erradas.
Se você apenas soubesse como eu recuso a deixar você ir, mesmo quando você foi.
E não me arrependo de qualquer dia que eu passei, noites que nós dividimos, ou cartas que eu enviei.
Se você apenas soubesse..."

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

A gatinha das cabines de imprensa do Rei Pelé

Durante o jogo CSA x Ipanema, no último dia 20, no Estádio Rei Pelé, uma gatinha linda fez sucesso na ala das cabines de imprensa. Chamou a atenção dos profissionais de imprensa que lá estavam, recebeu carinhos e deixou-se fotografar por mim e pelo também blogueiro e historiador de futebol Walter Luiz (inclusive a foto aí ao lado foi tirada por ele).
De olhos azuis, a gatinha virou xodó, mexeu no notebook do Claudemir Araújo e do Bruno Soriano, ambos da Gazetaweb, e depois deitou, fazendo gracinha, coisa que os felinos sabem fazer muito bem, cheia de dengo.
Depois ela foi retirada de lá e não a vi mais.
O fato é que a bichana é lindinha e merece o carinho de todos nós.
Ah... ela também foi tema de um post do blog do Walter Luiz (no site http://www.futebolalagoano.com/).
Lindona!

O Laço e o Abraço - Mário Quintana

Meu Deus! Como é engraçado!
Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço... uma fita dando voltas.
Enrosca-se, mas não se embola, vira, revira, circula e pronto: está dado o laço.
É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço. É assim que é o laço: um abraço no presente, no cabelo, no vestido,
em qualquer coisa onde o faço.
E quando puxo uma ponta, o que é que acontece? Vai escorregando... devagarzinho, desmancha, desfaz o abraço.
Solta o presente, o cabelo, fica solto no vestido.
E, na fita, que curioso, não faltou nem um pedaço.
Ah! Então, é assim o amor, a amizade.
Tudo que é sentimento. Como um pedaço de fita.
Enrosca, segura um pouquinho, mas pode se desfazer a qualquer hora, deixando livre as duas bandas do laço. Por isso é que se diz: laço afetivo, laço de amizade.
E quando alguém briga, então se diz: romperam-se os laços.
E saem as duas partes, igual meus pedaços de fita, sem perder nenhum pedaço.
Então o amor e a amizade são isso...
Não prendem, não escravizam, não apertam, não sufocam.
Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

O CRB, o sócio e o boicote

Tudo começou com a convocação de um torcedor do CRB para que seja boicotado o projeto de sócios-torcedores do clube.
Em seu chamamento aos torcedores, ele (que assina como Galo do Nordeste, no fórum de discussões do site www.futebolalagoano.com) diz: "Convoco os torcedores esclarecidos para boicotar o sócio torcedor do CRB que não dá direito a voto, ou seja só serve pra colocar dinheiro no clube, o que o CRB precisa é aprovar no novo estatuto e incluir direito a voto pra todos os tipos de sócio".
A partir de então, o movimento ganhou força, quando vários outros torcedores aceitaram a tal ideia do boicote e se manifestaram favoráveis, inclusive com a campanha pelo twitter: #SemVotoSemSócio.
Muitas discussões surgiram em emissoras de rádio e no mesmo fórum do site. Inclusive, surgiu até a informação de que o presidente do CRB, Marcos Barbosa, não teria gostado nada da ideia e teria dito que iria acionar a Polícia Federal.
Bom, não posso afirmar se ele disse realmente isso, porque eu não ouvi. Mas a suposta declaração foi citada pelo meu amigo e torcedor do Galo Frederico Pinheiro, no fórum.
Ele falou: "Recebi uma ligação e fui informado que o presidente do CRB, Marcos Barbosa, falou que o boicote é um movimento de "cinco torcedores que querem ser conselheiros, mas não tem competência", e que acionaria a Polícia Federal caso o protesto se configurasse."
Agora eu pergunto: boicotar projeto de clube ou qualquer ação que o clube esteja promovendo é motivo de se chamar a PF?
Gostaria que alguém me respondesse, se possível, pois eu ainda não consegui entender o motivo de tanto exagero. Os torcedores não são livres? Não existe mais o livre arbítrio?
Ficam aí essas questões porque, realmente, eu fiquei curiosa para saber e não entendi ainda NADA.  

Belíssimo: Loucura e Amor

A Loucura resolveu convidar os amigos para tomarem um café em sua casa.
Todos os convidados foram.
Após tomarem o café, a Loucura propôs:
- Vamos brincar de esconde-esconde?
- O que é isso? perguntou a Curiosidade.
- Esconde-esconde é uma brincadeira em que eu conto até cem e vou procurar.
- O primeiro a ser encontrado será o próximo a contar.
Todos aceitaram, menos o Medo e a Preguiça.
Um, dois, três... A Loucura começou a contar.
A Pressa se escnondeu primeiro, em qualquer lugar.
A Timidez, tímida como sempre, escondeu-se na copa da árvore.
A Alegria correu para o meio do jardim.
Já a Tristeza começou a chorar, pois não achava um lugar apropriado para se esconder.
A Inveja acompanhou o Triunfo e se escondeu perto dele, debaixo de uma pedra.
A Loucura continuava a contar e seus amigos iam se escondendo.
O Desespero ficou desesperado ao ver a Loucura, que já estava no noventa e nove, cem (gritou a Loucura):
- Vou começar a procurar.
A primeira a aparecer foi a Curiosidade, já que não aguentava mais, querendo saber quem seria o próximo a contar.
Ao olhar para os lados, a Loucura viu a Dúvida em cima do muro, sem saber em qual dos lados se esconderia melhor.
E assim foram aparecendo a Alegria, a Tristeza, a Timidez...
Quando estavam todos reunidos, a Curiosidade perguntou:
- Onde está o Amor?
Ninguém o tinha visto.
A Loucura começou a procurar.
Procurou em cima da montanha, nos rios, debaixo das pedras e nada de o Amor aparecer.
Procurando por todos os lados, a Loucura viu uma roseira, pegou um pauzinho, começou a procurar entre os galhos e, de repente, ouviu um grito.
Era o Amor, gritando por ter furado o olho com o espinho.
A Loucura não sabia o que fazer.
Pediu desculpas, implorou pelo perdão do Amor e até prometeu servi-lo para sempre.
O Amor aceitou as desculpas.
Desde então e até hoje: "O AMOR é cego e a LOUCURA sempre o acompanha".

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Sinceramente? Não entendo!

Eu não entendo, sinceramente, certas coisas que acontecem no futebol alagoano.
Se o povo já sabe "há milhões de ano" qual é a época dos desfiles de blocos de carnaval, das prévias carnavalescas, por que não marcam os jogos do Campeonato Alagoano para outra data, por que não vêm isso logo com um calendário na mão, para saber melhor as datas?
Por que somente agora, "em cima da bucha", como se diz na gíria, é que vão ver que marcaram os jogos da 11ª rodada para domingo que vem, quando se terá desfile do bloco Pinto da Madrugada e outros?
Aí, resultado: o jogo CRB x CSE que estava marcado para domingo, às 16 horas, no Estádio Rei Pelé, foi transferido para segunda-feira (28), às 20 horas, no mesmo estádio.
Isso porque a Polícia Militar alegou que não tem efetivo suficiente para trabalhar nos eventos - desfile dos blocos e dois jogos na capital alagoana (o outro é Corinthians x CSA, no Estádio Nelson Feijó, que foi mantido para domingo mesmo, às 15 horas).
Realmente, não dá pra entender. Nem que eu viva cem anos!

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Matéria do Maurício: maravilhosa!

Matéria do meu amigo e companheiro de redação da Gazeta de Alagoas jornalista Maurício Gonçalves, publicada ontem, dando conta da venda ilegal de lotes da reforma agrária, com envolvimento de uma pessoa do Incra, foi maravilhosa!
Quero aqui deixar os meus parabéns ao Maurício e ao repórter fotográfico Marcelo Albuquerque, pela reportagem, pela coragem, pelo profissionalismo e ousadia.
Eu só espero que depois de tudo isso que foi divulgado, as providências sejam devidamente tomadas pelas autoridades, pelo Incra, pela Polícia Federal, e que não venha acabar em pizza.

Lanche no Rei Pelé - que maldade!

O Dr. Carlos Roberto, que foi vice Jurídico do CRB, postou o seguinte comentário no twitter, dirigido a mim:
"Soube que cortaram o lanche aí do Rei Pelé não foi? O Jorge VI disse hoje na Difusora que foi porque você tava comendo muito. kkkkk"
Nossa, que maldade, gente! kkkkkkkkkkkkk
Só porque eu faço uns lanchinhos na hora do jogo ele está falando isso. Que coisa!!!
Bom, mas o Jorge Moraes, presidente da Associação dos Cronistas Desportivos de Alagoas (ACDA) e integrante da equipe de esportes da Rádio Jornal, me falou, no jogo do Murici com o Flamengo, que ele reclamou da secretaria de esportes, da qual o Jorge VI é secretário-adjunto, sobre a falta de cadeiras naquela área das cabines, para os profissionais de imprensa. Então, segundo o Moraes, o Jorge VI teria ficado chateado com ele, dizendo que o Moraes reclamava de tudo e que iria cortar o lanche.
Bem, isso foi o Jorge Moraes que me contou.
Então, Carlos Roberto, não foi por minha causa que o lanche foi cortado, ok???
kkkkkkkkkkkkkkkk
Cada umaaaaaaaaaaa!!!!

Aos fofoqueiros e puxa-sacos de plantão!

Quero deixar bem claro aos fofoqueiros e puxa-sacos de plantão que existem lá para as bandas do CSA que não há nada da minha parte contra o presidente azulino, Jorge VI, nem dele contra mim.
Nos encontramos, neste domingo, nas cabines de imprensa do Rei Pelé, antes do jogo CSA 5x3 Ipanema, e ele foi bastante cordial. Deu-me um forte abraço e um beijo. Eu disse a ele que não havia motivo de ele ficar com raiva de mim por causa das minhas matérias, pois como ele sabe, eu não posso escrever o que ele ou quaisquer outros dirigentes querem. Eu escrevo o que eu apuro, e, muitas vezes, as informações nos são passadas por gente do próprio clube.
E isso eu já deixei bem claro para ele e todos que conhecem o meu trabalho.
Gosto do Jorge VI e ele sabe disso. A gente se dá bem e se entende ao nosso modo, com respeito e profissionalismo. E pronto.
Tudo bem que às vezes ele fica chateado comigo (risos), mas fazer o quê? Ossos do ofício.
Então, quero avisar aos fofoqueiros e puxa-sacos que o presidente Jorge VI não precisa de intermediário, de porta-voz ou pombo-correio para ficar defendendo ele, nem mandando "cartinhas", "bilhetinhos" para mim, por meio deste blog, com insinuações maldosas. E o que é pior: de forma anônima.
Quando o Sexto quer falar comigo, ele próprio me liga ou vem diretamente a mim e eu da mesma forma.
Portanto, os puxa-sacos "defensores de araque" podem desistir das insinuações e das acusações maldosas, porque aqui no blog eles não têm espaço e muito menos ibope.
Quer criticar, critique. Agora, meu querido, não me venha com maldades nem dizer o que eu sinto ou não por determinada pessoa. Porque isso só quem sabe sou eu e Deus.
Vocês, fofoqueiros, vão cansar os dedos redigindo seus textinhos (do tipo bilhetinhos de colégio) e perder tempo na frente de um computador.
Ah, deixa eu dizer: na minha profissão é normal ser amada e odiada. Tem gente que não gosta de mim. Eu sei disso. Mas tem também uma maioria que me ama.
A gente não pode ter 100% de aprovação, não é? Nem Jesus agradou todo mundo. 
Além disso, só os medíocres - como este fulano do tal bilhetinho - são suportáveis e amados por todos.
É isso e ponto final!

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Conselhos apaixonados de um velho sábio

Quando você encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração deixar de funcionar por alguns segundos...
Preste atenção...
Pode tratar-se da pessoa mais importante da sua vida.
Se seus olhares se cruzarem e, neste momento, existir o mesmo brilho intenso entre eles...
Fique atento...
Pode ser a pessoa que estava esperando desde o primeiro minuto em que você nasceu.
Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonado e seus olhos se encherem de lágrimas nesse momento...
Perceba... Existe algo mágico entre vocês.
Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se o desejo de estarem juntos chegar e apertar o seu coração...
Agradece...
Do céu enviaram-lhe um presente divino: O AMOR.
Se um dia um tiver que pedir perdão ao outro, por algum motivo, e em troca receber um abraço, um sorriso, um carinho em seus cabelos e os gestos valerem mais do que mil palavras...
Entregue-se...
Vocês foram feitos um para o outro. 
Se por algum motivo estiver triste, se a vida der-lhe um golpe, e a outra pessoa sofrer o seu sofrimento, chore suas lágrimas e enxugue-as com ternura.
Que coisa maravilhosa: poder contar com ela em qualquer minuto da sua vida.
Se consegue com seu pensamento sentir por inteiro essa pessoa como se estivesse a seu lado...
Se pensa que ela é linda, mesmo estando com chinelos velhos e com os cabelos emaranhados...
Se não consegue trabalhar bem todo o dia, ansioso pelo encontro marcado para esta noite...
Se não pode imaginar de maneira alguma seu futuro sem essa pessoa do seu lado...
Se tem a certeza de que verá essa pessoa envelhecer a seu lado e ainda assim tem a convicção de que vai continuar estando louco por ela...
E se prefere fechar os olhos antes de ver sua partida: é o amor que chegou em sua vida.
As pessoas se enamoram muitas vezes na vida, mas poucas são as que amam e encontram o amor verdadeiro. Às vezes encontram, mas por não prestarem atenção aos sinais, deixam passar o amor sem deixá-lo viver verdadeiramente.
Não deixe que as loucuras do seu dia a dia deixem você cego para viver a melhor coisa da sua vida: O AMOR.
Portanto, ame muito... muitíssimo... e beije quem você ama quando ler esta mensagem, mesmo que seja apenas em pensamento.
EU TE AMO!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

"A realidade do credenciamento"

Outro texto fantástico do blog do Waldemir Rodrigues, que eu tive a "ousadia" de copiar neste meu blog. E ele nem sabe ainda disso. rsrsrsrsrssrsrsrs
Bom, mas  fato é que achei perfeito e resolvi postá-lo aqui.
Trata-se do credenciamento para os profissionais de imprensa que trabalharam no jogo Murici x Flamengo, ontem, no Rei Pelé, sobretudo daqueles que ficaram em volta do campo.
Na verdade, houve muito oba-oba na hora de anunciar que haveria o famigerado credenciamento.
As empresas de comunicação mandaram com antecedência - pelo menos a Gazeta de Alagoas foi assim - a relação dos profissionais que trabalhariam no jogo, mas na hora de receber a credencial não havia o nome do profissional no crachá, não havia sequer uma relação com os nomes. Pior: não havia nem crachá para muitos que solicitaram. E a reclamação foi grande.
Foi assim, por exemplo, com o repórter da GA Lelo Macena.
Quando a gente chegou lá, o cara - todo metido a carioca - foi logo dizendo que só tinha um crachá. Quer dizer, tinha o do Robson Lima (repórter fotográfico), mas não tinha o do Lelo.
Aí, o Lelo só entrou no campo PARA TRABALHAR - diferentemente de muitos que estavam lá apenas fogueteando e tietando o Ronaldinho Gaúcho - porque o Madson Delano, da TV Gazeta, que não iria ficar no campo, mas lá em cima nas cabines, assim como eu fiquei, emprestou o crachá dele.
Enquanto isso, segundo o jornalista Alberto Oliveira, da Rádio Gazeta, estavam no campo "lindos e maravilhosos" dois filhos de um amigo do presidente da Federação Alagoana de Futebol (FAF), Gustavo Feijó.
É demais, não acham???!!!    

Mas eis o texto do Waldemir. Vale a pena ser lido:

"Encarregada da organização do jogo Murici x Flamengo, a Federação Alagoana de Futebol anunciou credenciamento especial para os profissionais da imprensa que fossem trabalhar em campo. Dois por órgão de comunicação. Eles seriam identificados por coletes e braçadeiras, que seriam entregues no dia da partida, na sede da entidade ou no Estádio Rei Pelé. Esse foi o plano anunciado, bem diferente da realidade. No local de credenciamento, foi distribuído apenas um crachá ‘ao portador’, ou seja sem identificação da pessoa credenciada. O que se viu foi uma festa no gramado. Além de muitos portarem crachás sem estarem em serviço, outros torcedores, entre eles adultos e crianças, corriam atrás dos jogadores do Flamengo, ‘credenciados’ pela amizade ou parentesco de pessoas que se consideram mais importantes do que o próprio futebol."

"Transmissão debaixo d´água"

Texto tirado do blog do comentarista Waldemir Rodrigues, da Rádio Gazeta e do www.futebolalagoano.com, pessoa por quem eu tenho um profundo respeito e admiração e também posso dizer que sou fã de carteirinha.
Vale a pena ler. É sobre o estado em que se encontra a área destinada às cabines de imprensa do Estádio Rei Pelé, mesmo com a tão propalada reforma que disseram que foi feita, mas que ainda hoje eu procuro.
Eu também estive lá no jogo Murici x Flamengo, ontem, e também pude ver como se encontra o local.
E sobre a falta de cadeiras, eu também fiquei em pé. Lamentável!

"No momento em que o Estado anuncia estar capacitado e lutando para ser uma das subsedes da Copa do Mundo de 2014, comprovamos mais uma vez a nossa incapacidade de gerenciar grandes espetáculos de futebol. Quarta-feira, durante o jogo Murici x Flamengo, muitos profissionais da crônica esportiva brasileira ficaram sem uma cadeira para sentar na Tribuna de Imprensa, que continua sem dispensar aos que lá estão a capacidade de acesso à Internet, a não ser pelos seus próprios meios. Em uma das cabines de rádio, a transmissão ocorreu com locutor e comentarista em pé. Pior aconteceu com a Rádio Difusora de Alagoas, que ficou cheia d´água, depois da chuva que caiu forte, mas que durou apenas alguns minutos. Além disso, paredes e tetos dos corredores também apresentavam infiltrações que levavam água para o piso. Nenhuma surpresa, quando sabemos que ao pleitear ser uma das sedes do mesmo Mundial, Alagoas foi o único Estado que sequer apresentou o projeto."

O pequeno Lucas no jogo Murici x Flamengo

Ontem na área das cabines de imprensa do Estádio Rei Pelé, o garoto Lucas, deficiente visual, ficou muito bem acomodado, ouvindo pelo rádio, o jogo Murici x Flamengo.
A cena me chamou atenção e perguntei ao Jorge Moraes, presidente da ACDA, quem era aquele menino.
Moraes disse que é um ouvinte da Rádio Jornal, que ligou para a resenha e, no ar, perguntou como faria para ganhar um ingresso para assistir ao jogo, porque ele não tinha dinheiro para comprar.
Então, o Jorge Moraes disse que ele seria convidado especial da ACDA e ficaria nas cabines de imprensa. E lá estava o pequeno Lucas, ao lado da jornalista Heliana Gonçalves, que também estava no local e deu toda assistência a ele.
É isso aí. Foi um gesto bonito do Moraes, por ter deixado Lucas ficar ali.
Foi um gesto bonito da Heliana, por ter dado atenção e até ter "cuidado" do garoto.
Muito melhor ele ter ficado ali naquela área do que muita gente que não é jornalista, nem radialista e não estava fazendo porcaria nenhuma, mas estava ocupando o lugar dos profissionais de imprensa.

O Flamengo, os Mauricinhos e as Patricinhas...

Nunca vi o Rei Pelé com tantos mauricinhos engomados e patricinhas. Tudo para ver o Flamengo, ontem, jogando contra o Murici, pela Copa do Brasil.
As cadeiras estavam lotadas. Tinha gente que nunca foi ao Rei Pelé e boa parte da mulherada (as chamadas patricinhas) sequer sabe ao menos o que significa um tiro de meta, um escanteio.
Eu fiquei só me divertinho com os "gritinhos" histéricos das patricinhas quando o Flamengo pegava na bola. rsrsrsrsrrsrsss
Bom, o Flamengo tem esse poder de reunir até gente que não entende nada de futebol.
Fazer o quê??? 

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Sexto leva vaia no treino do Murici

Hoje, no treino do Murici, no Rei Pelé, como preparação para o jogo contra o Flamengo, nesta quarta-feira, pela Copa do Brasil, muitos torcedores compareceram para prestigiar o time de Ronaldinho Gaúcho e companhia, que treinaria em seguida.
O ingresso para assistir ao treino do Rubro-Negro eram 2kg de alimentos não perecíveis e muita gente estava lá.
Pois bem, mas este post não é para falar de Flamengo nem de Murici.
É para citar um fato que aconteceu durante o treino do Alviverde.
Como é secretário adjunto de Esportes, o presidente do CSA, Jorge VI, estava lá.
Quando ele apareceu no campo, a vaia correu solta em cima dele, por parte dos torcedores que estavam nas grandes arquibancadas, indignados com a situação do Azulão, que hoje está na zona de rebaixamento do Alagoano.
Teve um momento também em que os torcedores começaram a xingar o mandatário azulino de tudo quanto é nome, criticando o time azulino. Daí Jorge VI foi até lá e chegou a discutir com os torcedores.
Pode uma coisa dessa??? rsrsrsrsrs
Eu achei engraçado demais!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

CSA: dirigentes x dirigentes - essa história já cansou

Eu ia publicar mais um texto sobre essa confusão toda que está acontecendo no Mutange.
Mas isso já era uma morte já anunciada, pois já fiz matéria sobre esse assunto, tanto para a Gazeta de Alagoas como para o site www.futebolalagoano.com.
E até já postei outras vezes aqui também.
Mas a verdade é que eu já estou de saco cheio de ficar falando nessa briga toda entre os marmanjos que estão dentro do CSA. E olhe que nem saco eu tenho.
Quem se prejudica com tudo isso é o clube, a torcida.
Quando falo torcida refiro-me aos torcedores de verdade, aqueles que pagam seu ingresso e que são os únicos que não têm culpa pelo que está acontecendo lá dentro.

CSA, CRB e os mágicos ilusionistas


Papo meu e de um amigo azulino, pelo MSN, ainda há pouco:
Ele: - O CSA contratou?
Eu: - Quem? Só se for o David Copperfield ou o Cris Angel...
Aí ele completou: - Ou o Mister M.
 
Lamentavelmente é verdade.
Ali no CSA - e no CRB também - só com os mágicos ilusionistas.

Desabafo de um torcedor

Desabafo de um torcedor do CRB que assina como "marquinhosfs" no fórum de discussões do www.futebolalagoano.com, sobre um tópico que outro torcedor criou no espaço, intitulado: Campanha "Quero Cicero Santana".
Achei formidável!
É o desabafo de um torcedor revoltado com a situação do time - CSA tá no mesmo buraco, não esqueçamos. 


"Logo perguntaram: quem é Cicero Santana? Parte da torcida e imprensa apoiaram que mais um político que nada faz pelo povo alagoano, usasse mais uma vez o CRB como palanque.
Não gostei da gestão de José Serafim, que abandonado por estes abnegados donos do CRB que hoje mandam e sempre mandaram em nosso clube, ainda conseguiu fazer com que o CRB jogasse na Pajuçara e tivesse a concentração verdadeiramente reformada. O rebaixamento nunca foi cogitado nos dois anos de sua gestão. Mas o provincianismo e preconceito latentes na cultura do povo alagoano, prefere a nossa incompetente classe política tomando conta de CRB e CSA.

Não sei se Cicero Santana seria melhor que Marcos Barbosa, não poderia ser pior. Ainda temos um ano de meio com e sua turma, continuarei torcendo para para que esteja errado, mas a realidade não nos permite sonhar com dias melhores."

domingo, 13 de fevereiro de 2011

CRB e CSA indo para o abismo

Definitivamente, não tem jeito.
Dá pena ver CRB e CSA nessa situação. Tudo isso fruto de diretorias incompetentes.
Quem quiser que fique com raiva de mim por eu falar isso.
Essa é a minha opinião e pronto. Tenho o direito de expressá-la.
A situação dos dois "maiores" de Alagoas é de dar dó e de se perguntar: o que realmente está acontecendo nos bastidores dos dois clubes?
Por que nada vem dando certo? De quem é a culpa? Jogadores, dirigentes, empresários malas que empurram seus atletas - também malas - goela a dentro da diretoria???
Hoje o CRB perdeu mais uma também, desta vez, 2x0 para o Murici.
CSA já tinha perdido ontem, para o Ipanema: 1x0.
E os dois estão cada vez mais afundando. Indo para o abismo.
Aí eu pergunto: o que estão pensado agora seus respectivos dirigentes? E mais: o que eles têm a dizer as suas torcidas??? E o que pretendem fazer para dar a volta por cima para deixarem de ser a vergonha que estão sendo os dois times??
São perguntas que só os que se dizem "gestores" das duas equipes podem responder e tomar as providências necessárias.

Incompetência, seu nome é CSA!

Pois é, galera. O CSA deu um novo vexame no Campeonato Alagoano, ao perder para o Ipanema, por 1x0. Isso mesmo, para o Ipanema.
Não tem jeito. Esse time azulino só faz vergonha e é um forte candidato a ser rebaixado.
Se algo não for feito, o caminho será mesmo a 2ª Divisão do Alagoano.
O interessante, se isso acontecer, é que esta diretoria que aí está foi a responsável pela volta do CSA à 1ª Divisão e será a responsável por sua derrocada.
Falaram tanto das gestões passadas....
E eu pergunto: e agora????
Por onde anda a tal associação que tanto brigou para assumir o clube???
Por onde andam os "azulinos notáveis" que o presidente Jorge VI alardeou aos quatro cantos que ajudariam o CSA???
Cadê os projetos, as promessas, os investimentos, o CT (de verdade, porque aquilo ali que está no Mutange não é CT e recuso-me a chamar de tal forma), os reforços que iriam contratar para fazer bonito e brigar pelo título, o planejamento financeiro que disseram que estava garantindo para 2011???
Onde está tudo isso?
O time é uma vergonha! A diretoria não se entende, pois é um querendo derrubar o outro e só vive brigando pela internet.
Se o Azulão conseguir sair dessa será um milagre e espero que isso aconteça de verdade.
Vou torcer muito, sobretudo por causa do clube que não tem nada a ver com isso que estão fazendo com ele.
Mas se isso não acontecer, eu só lamento e afirmo: Incompetência, seu nome é CSA! E Deus não ajuda os incompetentes.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

E o Mário Tilico "dançou"

Apesar de o presidente do CSA, Jorge VI, ter quase jurado de pés juntos que ele continuaria à frente da equipe, o técnico Mário Tilico "dançou" mesmo.
Ele, que ontem à noite dormiu como comandante do Azulão e hoje amanheceu fora do cargo, foi substituído por Edson Ferreira, que na semana passada já havia "dançado" lá no CRB, quando também foi dispensado.
E hoje na resenha da Rádio Gazeta, às 18 horas, o Antônio Guimarães (o popular Malandrinho) e o Claudemir Araújo me perguntaram o que achei da mudança.
Eu fui curta e grossa: "Achei que não vai resolver nada, porque o problema do CSA não é técnico. É jogador. O time tem que ter atletas de qualidade senão não vai a lugar nenhum!"

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Que Galo é esse? Que Azulão é esse?

Os dois clubes considerados maiores no futebol de Alagoas, CSA e CRB, estão afundando e, se não tomar cuidado e não mudar muita coisa em seus elencos, vão acabar brigando para não cair para a Segundona do Alagoano.
Coisa linda, para não dizer trágica e vergonhosa.
As duas lástimas estão bem pertinho da zona da degola - o CRB em sétimo lugar, com oito pontos; e o CSA com seis, na oitava posição. Eles só estão à frente do Santa Rita, com seis pontos (nono lugar) e Ipanema (lanterna do Alagoano), com apenas três pontos.
CSA e CRB unidos até nas derrotas, até nos vexmaes e decepções que proporcionam às respectivas torcidas. São como as gêmeas Ruth e Raquel, da novela Mulheres de Areia, iguais, unidas e que não podem viver uma sem a outra.
Aliás, por falar em não viver, deviam os dois morrerem abraçados.
Enquanto isso, os pobres torcedores é que sofrem, vão a campo na esperança de ver algum rendimento das equipes de coração, mas acabam saindo de lá decepcionados e frustrados com os vexames protagonizados por ambos.
Aí eu pergunto: "Que Galo é esse?!" e "Que Azulão é esse?!"
Alguém pode responder?
Com a palavra os presidentes de ambos: Jorge VI e Marcos Barbosa.

O CSA é o retrato da sua diretoria

E o CSA perdeu mais uma neste Campeonato Alagoano. Desta vez o vexame azulino foi contra o Corinthians, quando foi derrotado pelo placar de 3x1, no Estádio Rei Pelé, nesta quarta-feira.
E se a situação do Azulão já não estava boa na competição - o time só teve duas vitórias e acumula seis derrotas, somando apenas seis pontos - agora ficou pior, pois se afastou mais ainda da zona de classificação e estacionou em oitavo lugar, bem pertinho da zona da degola.
Além disso, o CSA em campo é o retrato da sua diretoria, que não se entende.
Segundo uma fonte informou a este blog, o clima entre Jorge VI (presidente azulino) e Cícero Eugênio (vice de Futebol) está cada dia mais pesado. Os dois não se entendem e não falam a mesma língua faz é tempo, embora nenhum dos dois queria admitir e vir a público para expor essa desavença.
Por causa disso, soube agorinha que o Cícero poderá nem continuar mais no CSA, devendo deixar o cargo até mesmo nesta quinta-feira, pois já não está mais aguentando tal situação e muito menos as críticas que estão recaindo sobre ele. Soube que o dirigente está prestes a "botar a boca no mundo" e falar o que realmente está acontecendo nos bastidores do clube.
Não sei se isso realmente vai acontecer. Mas vamos aguardar e ficar ligados.
A informação é segura, mas pode ser que o dirigente recue. O certo é que novidades devem vir por aí.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

CSA, CRB e a marcha fúnebre

Escutando nesta segunda-feira o programa esportivo do meu amigo jornalista Eduardo Cardeal, na Rádio Correio, quando se falou em dispensas no CSA e no CRB, o operador de áudio colocou para tocar o frevo "Vassourinhas", fazendo uma alusão à vassourada que precisa ser dada nos dois clubes, com a dispensa de jogadores.
Daí então, um torcedor entrou no ar, que eu não lembro o nome, e disse que tal frevo não servia nem para o CSA nem para o CRB, mas para os demais clubes que estão bem na competição, como ASA, Corithians, Murici, Coruripe...
Ele disse: "Cardeal, esse frevo não serve para CSA nem CRB. A música que serve para eles dois é a marcha fúnebre, porque ambos estão mortos."
Eu achei excelente e engraçada a colocação do torcedor.
Aí o operador da rádio buscou a marcha fúnebre e colocou para tocar.
Lamentavelmente, não deixa de ser uma verdade o que o torcedor falou. Azulão e Galo estão em uma situação lastimável neste Campeonato Alagoano e só vêm dando vexame. Um é sétimo colocado (CRB) e o outro é o oitavo (CSA).
Aí não tem torcedor de um nem do outro que aguente dois estrupícios como esses em campo.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Polícia para quem precisa...

Não fui ao jogo Sport x CSA, neste sábado em Atalaia. Mas o que ouvi na rádio e o que foi dito na imprensa, nos blogs (do Alberto Oliveira e do Walter Luís) mostra o quão é despreparada a Polícia Militar. Bate em quem não deve, trata os torcedores como se fossem todos uns marginais.
No blog do Alberto, ele  diz que a foto publicada "é a face do terror proporcionado por integrantes da Policia Militar".
A foto mostra um torcedor sendo preso, com as costas marcadas das pancadas que teria levado da PM. Ainda segundo Alberto, "o simples fato de conter um torcedor mais exaltado acabou causando agressões físicas no torcedor detido e a absurda utilização de spray de pimenta em funcionários do CSA e em crianças que precisaram de atendimento médico nas arquibancadas e no campo."
Inclusive, um desses funcionários foi o assessor de imprensa do CSA, jornalista Rodrigo Cortez, que falou na Rádio Gazeta - eu ouvi -, que foi atingido pelo famigerado spray de pimenta.
Pelo relato do Alberto e do Walter Luís, tudo teria começado com um torcedor mais exaltado que xingava o quarto árbitro José Cícero. Daí, ele solicitou ao policiamento a retirada do torcedor do local.
"A partir deste momento - conta Alberto em seu blog - , a PM deu um show de truculência e falta de preparo para lidar com situações de adversidade. O torcedor foi imobilizado, algemado e apresentava hematomas nas costas devido a força implementada pela polícia."
E mais: "Em uma sala, utilizada como ponto de apoio, foram vistas cenas de policiais pegando no pescoço do torcedor mesmo com ele sentando e algemado."
Bom, vou para por aqui, pois já me sinto enojada com tamanha truculência - não sei porque a mesma não é usada em bandidos de verdade que andam por aí assaltando e matando pessoas inocentes.
E como o Alberto falou, essa não é a primeira vez que vemos efeitos absurdos em torcedores, dirigentes, jogadores e membros da imprensa, praticados pela polícia. Lamentável!!!
É como diz a música do Titãs: "Polícia para quem precisa, para quem precisa de polícia!"

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

"Max, Denise, venham ao Rei Pelé"

Outro belo texto publicado pelo meu amigo e jornalista Alberto Oliveira, em seu blog "Antenado", acerca das torcidas organizadas nos estádios.
Vale a pena também dar uma conferida.

Por Alberto Oliveira


Definitivamente o Ministério Público Estadual, através da Procuradoria de Defesa do Consumidor, entrou de cabeça no futebol alagoano. Medidas visando conter a selvageria das torcidas organizadas e o cumprimento do estatuto do torcedor estão sendo tomadas. Algumas delas, para mim, soam como absurdas. Acho absurdo que as pessoas, sejam elas os marginais ou as pessoas de bem que fazem parte das torcidas organizadas, estejam “marcadas” com um CPF na camisa. Remete aos tempos dos campos de concentração no auge do nazismo. Outra medida extremamente absurda é determinar que crianças paguem ingresso nos estádios. A medida fere mortalmente a construção de potenciais torcedores futuros, que se entusiasmam desde cedo pelos times locais. Em virtude disso, vou ser atrevido ao convidar os procuradores Max Martins e Denise Guimarães a comparecem ao Estádio Rei Pelé. Isto mesmo: apesar do envolvimento com o futebol, não os vejo nos estádios.
O convite é para que, ao se aproximarem do objeto em discussão, talvez algumas convicções que são passadas por interesses diversos ganhem uma nova conotação. Estranho que o Conselho Tutelar demonstre preocupação com menores desacompanhados nos estádios. Se os procuradores estiverem no estádio vão poder observar outras situações de maior gravidade e que não têm a “preocupação” por parte dos conselheiros.
Após cada jogo, quando as luzes são apagadas, um exército de crianças invade todas as dependências do estádio em busca de restos de comida. O fato de justificar que crianças ocupam lugares e que fica difícil de identificar a capacidade dos estádios soa como uma tremenda piada. Se os procuradores forem aos estádios vão observar que a medida tem relação direta com o jogo do Flamengo que se aproxima e o que está sendo discutido não é capacidade do estádio e sim o dinheiro que a capacidade pode levantar.
Insisto no convite para que os procuradores visitem nossos estádios para ver de perto excessos por parte do policiamento, que, em muitos casos, não distingue pessoas de bem de marginais; pais acompanhados com seus filhos de pessoas violentas; não distingue que uma bandeira, sem mastro, enrolada nas costas de uma torcedora como um manto, não pode ser colocada no mesmo patamar de uma arma que trás risco à segurança das pessoas. Por fim, a presença nos campos mostrará aos procuradores que muitas informações levadas ao MP têm um monte de interesses por trás de tudo isso e que no calor do estádio, Max e Denise poderão tirar suas próprias conclusões do que funciona, do que soa como excesso e do que apenas atende a interesses diversos.
Max, Denise, venham ao Rei Pelé, vai ser bom para vocês, será uma luz para novas decisões que, em muitos casos, soam apenas como medidas ineficazes e mirabolantes que em vez de proteger o torcedor, apenas os afastam cada dia mais das nossas praças esportivas.

Torcidas Organizadas x Segurança Pública

Texto escrito pelo vice-presidente Jurídico do CSA, advogado Gustavo Dacal.
Ele me enviou e achei perfeito!
Então, pedi permissão a ele para publicar neste meu blog.
Vale a pena dar uma lida. O texto é extenso, mas é excelente!
Como detalhe, fiz uma rápida revisão - para ficar mais bonito ainda.


Elaborado em 29/01/11.
Por: Gustavo Dacal - advogado, especialista em Ciências Criminais e vice-presidente Jurídico do Centro Sportivo Alagoano.

*Este texto reflete apenas a opinião pessoal do seu autor.

Recentemente o futebol alagoano vem enfrentando uma grande polêmica relacionada à existência das torcidas organizadas, onde o Ministério Público Estadual, por meio de uma Ação Cautelar, requereu a proibição, de forma temporária, do uso de camisas, bandeiras, faixas e demais materiais relacionados às torcidas organizadas, visando combater a violência, supostamente vinculada à atuação destes grupos.
O problema da violência no futebol é antigo, sendo algo enfrentado por diversos países.
Na Inglaterra, país inventor do futebol, que detém o campeonato mais lucrativo e organizado do mundo, com alguns dos maiores clubes do planeta, já enfrentou e combateu a violência nos estádios de futebol, com os famosos “hooligans”, torcedores dos clubes ingleses conhecidos pela forma violenta de apoiar seus times e enfrentamentos com clubes rivais.
A maior tragédia relacionada ao futebol inglês aconteceu em 1985, na final da Taça dos Campeões, onde o Liverpool jogou contra a Juventus da Itália em um estádio na Bélgica, onde morreram 38 pessoas e centenas ficaram feridas, devido à atuação dos Hooligans do Liverpool.
Na Argentina os “hooligans” recebem o nome de “Barras Bravas”, que são as torcidas organizadas dos clubes argentinos, conhecidos pelo fanatismo e pela violência, onde diversos episódios violentos envolvendo “La 12”, torcida organizada do Boca Jrs., “Los Diablos Rojos”, organizada do Independiente, e ainda “Los Borrachos del Tablón", torcedores do River Plate, além de outros grupos espalhados pelo país vizinho, foram motivo de polêmicas também.
No Brasil tivemos vários casos de violência em estádios de futebol, inclusive com mortes, fatos que acontecem até os dias atuais, onde cotidianamente pessoas são mortas pela violência relacionada às torcidas organizadas e em vários Estados, como em Alagoas, o MP vem atuando contra estes grupos e pedindo judicialmente a extinção das torcidas organizadas.
Diante deste quadro, será que a extinção é uma medida eficaz? Quais as origens desta violência?
Em Alagoas, o problema das torcidas organizadas vem cada vez mais se agravando, onde a partir do ano de 2005 a controvérsia aumentou em razão do processo judicial de extinção das maiores torcidas do Estado, a Mancha Azul, do CSA, e a Comando Vermelho, do CRB, tendo, ao final, apenas a Comando Vermelho sido extinta, na verdade, juridicamente nunca existiu, pois não possuía personalidade jurídica nem estatuto registrado, diferentemente da Torcida Mancha Azul que continua a existir legalmente. Mas, na prática, ambas continuam em atividade.
À época de sua proibição em decisão liminar (temporária), o que se observou nos estádios foi que os grupos continuaram a existir sem qualquer mudança prática, a não ser a ausência de camisas e materiais alusivos às suas marcas, porém, usou-se outra nomenclatura e os grupos continuaram os mesmos, concentrando-se nos mesmos locais e entoando os mesmo cânticos.
Na história recente dos jogos no maior estádio de Alagoas, com exceção de pequenos incidentes, não foram registrados conflitos ou problemas graves dentro do Rei Pelé, apesar da existência das torcidas organizadas, ocorrendo casos de violência apenas nos arredores do estádio ou até em bairros distantes do campo de jogo, inclusive em dias que não havia jogos.
Um dado real em que não podemos desassociar é que a violência imputada às torcidas vem aumentando gradativamente aos índices de violência do Estado de Alagoas em geral, principalmente em Maceió, uma das cidades mais violentas do Brasil, com os piores indicadores sociais entre as capitais, onde a periferia vem sendo tratada com descaso pelas autoridades competentes, e os jovens são as principais vítimas desta violência.
Então, será que a violência supostamente existente nas torcidas, origina-se na violência enfrentada pelos jovens no cotidiano em que vivem?
A maioria dos integrantes (oficiais e não-oficiais) das torcidas são jovens, boa parte menores de 18 anos, faixa etária que mais se relaciona à violência, maiores vítimas de homicídio e também são maioria no sistema prisional, que abriga um grande número de pessoas entre 18 e 25 anos.
Em uma observação crítica, percebe-se que boa parte dos integrantes das torcidas são jovens entre 14 e 25 anos e moradores de bairros periféricos e pobres de Maceió, que se aglomeram em grupos, algumas vezes violentos, com uma formação semelhante a gangues, fenômeno comum em países como os Estados Unidos, em que gangues de jovens são formadas por bairros ou raça, com enfrentamentos violentos constantes entre grupos rivais.
De fato a existência da violência relacionada às torcidas organizadas é um problema real e deve ser combatido, mas para combater o problema, devem-se conhecer suas origens, seu desenvolvimento, não basta apenas proibir, extinguir as torcidas, pois na prática esta medida já se mostrou ineficaz, vide exemplo da Torcida Mancha Verde do Palmeiras, em São Paulo, extinta há vários anos, mas que na prática continua a existir sob a denominação de Mancha Alviverde.
Um grande erro cometido pelas autoridades é a associação simplista de que a violência entre estes grupos tem origem apenas no futebol, ledo engano!
Infelizmente, nem sempre as autoridades têm o conhecimento aprofundado do tema, quando algumas pessoas que tratam do assunto sequer frequentam jogos de futebol, obtendo dados apenas por meio da imprensa e informações que muitas vezes não oferecem a devida credibilidade.
O futebol representa a alma do brasileiro, talvez a maior identidade deste país, onde como um esporte que é, traz saúde, lazer, movimenta a economia, e a rivalidade entre os maiores clubes do Estado pode, sim, ser algo saudável, bastando apenas educar os torcedores.
O combate a violência nas torcidas organizadas é uma ação de política social e não de repressão policial, engana-se quem pensa que o problema será resolvido pela via da extinção dos grupos, medida ingênua que não vai acabar com o problema, correndo inclusive o risco de agravá-lo, pois sem o material que os identifica, qualquer cidadão mal intencionado pode se camuflar em meio a torcedores comuns para praticar crimes.
Com as torcidas extintas, quem irá controlar os grupos inominados que continuarão a causar problemas?
Como responsabilizar estes grupos que sequer existem?
A ação correta é prender, identificar, julgar e condenar aqueles indivíduos que realmente cometeram crimes e não punir uma entidade responsabilizando objetivamente todo um grupo por atos praticados individualmente, por supostos membros destes grupos.
Seguindo este raciocínio, será que agora passaremos a punir a instituição da Polícia Militar por crimes praticados por maus policiais?
É justo demonizar toda uma instituição e até extinguir a mesma por atos isolados de pessoas que nem sempre são seus membros?
Acabar com as torcidas dentro do estádio é acabar com o futebol alagoano, que vem em decadência há anos e não precisa de medidas deste tipo, que além de punir os torcedores, punem os clubes, tiram o brilho do evento.
O espetáculo futebolístico não se resume aos 22 atletas em campo, mas o que abrilhanta ainda mais os jogos, é a festa das torcidas nas arquibancadas e em especial das torcidas organizadas. São elas que levantam a massa de torcedores nos estádios, transformando o jogo em uma festa.
O Poder Judiciário recentemente, por meio de uma decisão cautelar, provocado pelo Ministério Público, proibiu, de forma genérica, a entrada de torcedores no Estádio Rei Pelé em jogos de CSA e CRB, com “qualquer objeto ou apetrecho que contenham ou façam menção ou os caracterize, ainda que de forma indireta, como integrantes e/ou simpatizantes das torcidas organizadas do CRB ou CSA”. Ou seja, caso um torcedor qualquer, simpatizante de alguma torcida queira adentrar no estádio com a camisa representando a torcida, ele será impedido pela Polícia Militar, por determinação judicial, mesmo que ele esteja com ingresso comprado, ele será impedido de usufruir do espetáculo esportivo o qual pagou.
Dai nos perguntamos: onde fica o direito do consumidor pagante de ingresso de se manifestar livremente?
A decisão liminar intentada pela Promotoria Coletiva Especializada de Defesa do Consumidor visa proteger um interesse coletivo dos consumidores que são, neste caso, as pessoas que pagam por seu ingresso para em contrapartida, assistir nas dependências do estádio ao jogo do seu time, ou da torcida a qual é simpatizante.
Este torcedor, simpatizante de uma determinada torcida, seja ela organizada ou não, tem pleno direito de assistir ao jogo com a vestimenta que ao seu livre arbítrio seja escolhida, respeitando evidentemente, a moral e os bons costumes.
Proibir o uso do material da torcidas ou extinguir tais associações, além de medida ineficaz e abusiva, é querer esconder o lixo debaixo do tapete, é algo inconveniente, que sequer irá amenizar os reais problemas, pois, qualquer um que frequenta os jogos de futebol sabe que dentro do estádio em raras oportunidades acontecem tumultos ou atos de grave violência.
O que se percebe é que muitas vezes alguns atos de vandalismo ou violência são praticados em bairros distantes do estádio, e, mesmo assim, de forma equivocada, se associa este ato isolado ao espetáculo futebolístico, mesmo sem que seja possível comprovar que estas pessoas responsáveis pelo fato ou vítimas estavam presentes ao estádio, ou seja, que este indivíduo seja consumidor dos jogos de CSA e CRB, ou ainda, que tenha lesado direito tutelado pelo Código de Defesa do Consumidor.
Trata-se na verdade, de um problema de segurança pública, de interesse de toda a sociedade, pois seguindo a mesma lógica, vamos proibir a transmissão de jogos pela televisão de times do eixo Rio/São Paulo, onde temos registros, seja na capital ou no interior, de crimes cometidos após discussão relacionada a estes times, sendo assim, proibe-se a manifestação de preferência futebolística?
A medida correta, na nossa visão, seria um maior investimento público em segurança, em capacitação da força policial, para que assim tenham efetivo e preparo para lidar de forma eficaz contra esta violência, no sentido de punir verdadeiramente os responsáveis diretos por estes crimes, coibindo o crescimento da violência na capital de Alagoas.
Observa-se na prática, que diversos abusos foram cometidos em razão desta decisão judicial, que tem caráter vago, impreciso, de natureza genérica, existindo casos extremos onde um torcedor foi barrado de forma truculenta na entrada do estádio por querer adentrar com a bandeira de Alagoas, símbolo maior do Estado, o qual as mesmas autoridades que fizeram a proibição são subordinadas.
Os efeitos negativos desta medida respingam ainda no torcedor de bem, como por exemplo os torcedores das “charangas” de CSA e CRB, proibidos de ingressar ao estádio com seus instrumentos, formadas em sua parte por pessoas idosas, pais de família que há décadas e de geração em geração formam orquestras de metais e percussão para animar os torcedores, algo que já faz parte da cultura do futebol alagoano.
Os membros das “charangas” também são consumidores enquanto pagantes de ingresso?
Caso um grupo de cidadãos decida formar uma torcida, denominando-a Torcida da Terceira Idade, a título de exemplificação, em razão da violência alheia, eles estarão proibidos de expressar seu pensamento em forma de frases em material próprio, como camisas, faixas e demais objetos de uso pessoal?
A Constituição Federal garante a liberdade de manifestação de ideias, pensamento, ela protege a liberdade de expressão, e o direito a liberdade de ir e vir, vedando qualquer proibição da liberdade individual, senão em virtude de lei, de forma que esta medida judicial é inconstitucional e ilegal, por ser um ato que veda a livre manifestação do pensamento.
As intenções do Ministério Público e do Poder Judiciário são as melhores possíveis, no sentido de resguardar a sociedade, porém, combater o mal com uma medida equivocada, lesando a própria coletividade, não seria o caminho mais prudente, de forma que “torcemos” para que esta atitude seja revista, considerando principalmente os resultados que certamente serão desastrosos como os já presenciados.
Além do prejuízo dos torcedores/consumidores, perdem ainda os clubes de futebol, que convivem com rendas insuficientes para manter suas atividades de forma satisfatória, afastando ainda mais o público dos estádios, onde com um bom esquema de segurança e investimento em educação do público, o jogo sempre transcorrerá em paz.
Conclui-se que o problema da violência relacionada ao futebol é algo real, mas encarado de forma equivocada, devendo toda a sociedade, principalmente os desportistas e aqueles verdadeiros consumidores, os torcedores, debaterem de forma franca o futuro do futebol alagoano, para, desta forma, atacar o problema com medidas verdadeiramente eficazes.

E o Corinthians dançou na Libertadores

De obsessão a pesadelo: Timão está fora da Libertadores da América

Corinthians perde por 2 a 0 para o colombiano Tolima e é o primeiro time do Brasil a ser eliminado na 'Pré-Libertadores'. Crise chega mais cedo em 2011

Por Globoesporte.com

De obsessão a pesadelo. Principal objetivo do Corinthians em 2011, a Taça Libertadores da América acabou precocemente para o clube do Parque São Jorge. E com cara de vexame! Com uma derrota por 2 a 0 para o Deportes Tolima, em Ibagué, na Colômbia, o Timão deu adeus à competição ainda na primeira fase, a chamada “Pré-Libertadores”. Desde que ela foi instituída, em 2005, jamais um brasileiro tinha parado nela. Agora parou. E ouvindo "olé" na Colômbia.
Na semana passada, quando empatou por 0 a 0 com os colombianos, no estádio do Pacaembu, o discurso alvinegro era otimista. Até porque um novo empate, só que com gols, daria a classificação à fase de grupos ao Timão. Mas em campo nesta quarta-feira não foi possível ver o mesmo otimismo. Pelo contrário, o Corinthians foi apático, triste... Culpa de quem? De Tite? Da diretoria? De Ronaldo? Definitivamente, de todos.
O técnico realmente não armou bem a equipe nesta Libertadores - foi sua primeira derrota em 14 jogos. Mas Ronaldo andou em campo, a diretoria contratou mal e outros jogadores importantes, como Jucilei, Dentinho e Jorge Henrique sumiram. Para piorar, a esperança peruana Luis Ramírez entrou em campo credenciado pela boa estreia no Paulistão e fez uma grande besteira: foi expulso por conta de uma cotovelada apenas um minuto depois de entrar em campo no lugar de Paulinho.
E agora, Corinthians? Acabou o ano? Não, não acabou, é verdade. Mas a equipe encontrará um clima complicado no Brasil. A pressão da torcida deve ser grande. A começar pelos pedidos pela demissão de Tite, ouvidos no estádio em Ibagué. E no domingo, o Timão tem nada menos que um clássico com o Palmeiras pelo Campeonato Paulista.
A crise alvinegra chegou cedo em 2011.

Pois é. Nem o Ronaldo (ex-fenômeno) salvou o Timão.
E a torcida está chiando até agora em SP.
Pichou muros e em uma das pichações colocou: "Ronaldo gordo sem-vergonha" e "Tite técnico de merda".

CSA a ver navios

O CSA ficará cerca de uma semana literalmente “a ver navios”. Isso porque o presidente do clube, Jorge VI, viajou nesta quarta-feira à tarde, em um cruzeiro marítimo que vai até o Rio de Janeiro. Também seguiu viagem no mesmo cruzeiro o presidente do Conselho Deliberativo azulino, Lumário Rodrigues. Os dois dirigentes devem retornar a Maceió dentro de uma semana.
Enquanto isso, o vice-presidente geral do clube, advogado Luciano Sampaio, assume o lugar de Sexto, interinamente, como determina o estatuto do clube.
Mas enquanto os dirigentes navegam em águas mansas, o barco azulino que ficou em Maceió viveu mais um momento de tempestade e afundou no duelo contra o Coruripe, esta noite, no Estádio Rei Pelé, pela sexta rodada do Campeonato Alagoano.
Perdendo muitos gols, o Azulão voltou a decepcionar a sua torcida, ao perder para o Hulk, por 2x0. Com este resultado, o time segue na oitava posição na tabela do Alagoano. E o Coruripe assumiu a vice-liderança.